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Luthier: Conheça a profissão

Luthier é aquele profissional que constrói e conserta instrumentos musicais de forma artesanal. Se trata de uma atividade artesanal devido às características, muitas vezes únicas, de cada instrumento musical. A origem do termo, vem de um instrumento árabe chamado “alaúde” que em francês significa “luth”.

Popularmente no português encontramos outros nomes para a profissão, como “luteiro”, “guitarreiro”, “violeiro (que também é usado para quem toca violas caipiras”, dentre outros. A arte desenvolvida pelo luthier é chamada de luteria (do francês “lutherie”).

Mas o que faz e como trabalha um luthier?

Originalmente o profissional desta área trabalhava apenas com instrumentos com corpo de madeira, construindo ou reparando. Mesmo porque a maioria dos instrumentos tinham esta natureza. A profissão foi naturalmente evoluindo com o desenvolvimento ao longo dos séculos de sopros, teclas, percussivos mais elaborados, os instrumentos elétricos. 

O luthier praticamente faz de tudo referente ao ofício, pois por se tratar de algo praticamente artesanal, decisões de compras de matéria prima, ferramentas (compra ou fabricação), dados técnicos dos instrumentos que irá reparar ou produzir, técnicas a serem usadas, é tudo por conta dele. Salvo no caso de profissionais que trabalham em fábricas de instrumentos musicais por exemplo, onde neste caso estão inseridos em um sistema. 

Além disso, o luthier que vai construir instrumentos personalizados, precisa entender e saber coletar informações específicas sobre seu cliente. Inclusive características morfológicas, pois um instrumento personalizado precisa inclusive ser feito para ser o mais confortável possível para aquele cliente. 

Assim, este profissional precisa ser multidisciplinar, entendo de música, acústica, resistência dos materiais, carpintaria, desenho, elétrica, eletrônica, mecânica e outros assuntos. 

Onde trabalha um luthier?

Os luthieres em sua maioria são profissionais empreendedores, seja trabalhando sozinhos, como desenvolvendo um trabalho em equipe com funcionários ou aprendizes por exemplo. Há luthiers que caminham em direção da industrialização montando fábricas. Mas o mais comum são estes profissionais terem um ateliê próprio.

Mas há outras possibilidades como nos bastidores de orquestras e bandas, em escolas de música, conservatórios, grandes lojas de instrumentos musicais, fábricas de instrumentos musicais, importadoras de instrumentos musicais, faculdades.

Como é o mercado de trabalho?

Música é algo fascinante e eclético e amplo, está presente na vida de todas as pessoas praticamente. Crianças, jovens, adultos de todas as idades tem algum contato com a música. A maioria das pessoas já teve contato com pelo menos uma flauta doce ou um tamborzinho que seja. Tocar músicas é algo que vemos entre pessoas buscando apenas uma forma de recreação ou terapia, como os grandes profissionais. Em se tratando de mercado comercial, estamos falando de algo muito grande. Mesmo que em certas épocas muitos possam tentar considerar algo supérfluo, é difícil manter esta classificação, pois a música toca nossa alma. 

Por conta disso, o mercado para o luthier é amplo e grande. E com isso em tese não falta trabalho para este profissional. Desde serviços simples como a instalação de um captador elétrico simples em um violão, até a construção de um belíssimo e exclusivo instrumentos musical. O profissional que ingressa nesta carreira tem trabalho para todas as fases de seu desenvolvimento. 

Muitos artistas (vamos chamar o luthier desta forma), se tornam verdadeira e requisitadas “grifes” em que músicos o disputam para terem instrumentos fabricados por estes luthiers consagrados. É comum vermos instrumentos como violões que custam mais de R$15.000,00, guitarras e baixos também igualmente caros, dentre outros instrumentos.

Naturalmente o início não é tão glamouroso assim, mas como dissemos, há trabalho para todas as fases do desenvolvimento profissional. Um destes profissionais que trabalham em uma fábrica por exemplo ganham na faixa de R$1600,00 mensais com carteira assinada. Porém estamos falando de pessoas que estão em início de carreira, valendo também para os iniciantes autônomos. 

Como se tornar luthier?

Há várias formas de se tornar um luthier. Apesar do Ministério da Educação (MEC) reconhecer cursos para esta área como educação formal, a maioria dos profissionais são formados a moda antiga, onde há um mestre e seus aprendizes, ou através de cursos conhecidos como abertos, ou seja,, aqueles cursos que não precisam da certificação do MEC para funcionar, nem da certificação de uma associação ou sindicato profissional.

Existem profissionais que aprenderam até “sozinhos”, apenas buscando conhecimento em várias fontes. Esta é uma profissão democrática onde a competitividade feroz não acontece. Um luthier geralmente está “navegando em um oceano calmo azul”, pois há realmente muito espaço e respeito no mercado.

Nós por exemplo temos uma sugestão muito legal de curso para quem quer iniciar sem por enquanto sair de sua casa. Este é um curso para quem quer inicialmente aprender a regular e reparar seus próprios instrumentos ou de pessoas próximas e depois aprofundar mais na área. Clique na imagem abaixo para conhecer:

 Hoje também temos instituições de nível técnico que oferecem o curso de luthieria e também um curso de nível superior e presencial na Universidade Federal do Paraná. Com certeza uma ótima opção para buscar diferenciação no mercado. O curso na UFPR tem uma duração de três anos.

No entanto como você pode ver, e isto na minha opinião é uma grande oportunidade, há pouca formalidade na profissão, o que faz com que alguém que deseje se desenvolver no ramo, tem gigantescas chances de se tornar muito bem sucedido. 

Apenas como uma útil curiosidade e falando sobre o curso da UFPR, este foi inaugurado em 2009 e é composto de três módulos de disciplinas:

– Módulo de Humanidades: Língua Estrangeira Instrumental; História da Arte; Cultura Musical e Identidade Regional e Nacional na América Latina; Educação Musical.

– Módulo Profissionalizante Fixo: Restauração; Constituição, Tecnologia e Economia da Madeira; Química dos Vernizes; Organização e Empreendedorismo; Tópicos Especiais em Instrumentos Musicais; Construção e Entalhe; Arquetaria; Instrumentos de Sopro em Madeira e Organeria; Eletricidade, Eletrônica e Computação Aplicadas.

– Módulo de Ciências Exatas: Acústica e Desenho Técnico.

Espero que nosso artigo seja útil para você que deseja desenvolver uma nova profissão, ou um novo hobby. Luthieria é uma carreira profissional, uma arte e um hobby. Uma atividade apaixonante.  ,

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Sonorização ambiente bem explicada

SISTEMAS DE SONORIZAÇÃO DE AMBIENTES

Sonorização ambiente não é apenas um trabalho onde esticamos um par de fios e ligamos vários alto falantes. É muito mais que isso. A verdade é que muitas pessoas acreditam saber prestar este serviço, mas acabam cometendo erros que podem inclusive danificar os equipamentos. E mais um detalhe,estas pessoas têm boa intenção e realmente acreditam que estão fazendo o certo. Este artigo tem o objetivo de falar sobre esta atividade e corrigir muitos conceitos que são passados para frente de forma incorreta.

Muitos instaladores acreditam que estão fazendo o correto, as na verdade estão seguindo uma “receita de bolo”. É só aparecer algo diferente do esperado, que esta pessoa não conseguirá solucionar. E reforçando, estou falando de pessoas sinceras que acreditam estar fazendo o certo.  

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Antes de falarmos sobre os conceitos de sonorização ambiente, precisamos falar dos principais conceitos que geralmente a maioria compreende mal, ou simplesmente confunde totalmente. São como vícios que precisam primeiro ser eliminados. É como a pessoa que dirige, mas não tem carteira de motorista. Precisa antes tirar os vícios, para depois aprender a forma correta de dirigir. Algumas vezes tirar carteira de motorista nesta situação demora mais do que a pessoa que nunca pegou em um volante.

A Sonorização de ambientes, é uma atividade muito ampla e no mercado musical, sempre vai haver demanda para o profissional que deseja desenvolver uma atividade neste ramo. Lojas, escolas, hospitais, indústrias, aeroportos, portos, casas, bares, casas de shows, igrejas dentre muitos outros, são exemplos de locais em que esta atividade pode ser aplicada.

Hoje existe muitas pessoas desempenhando esta atividade de forma amadora e com pouco conhecimento teórico. Na verdade posso afirmar que tem mais gente nesta condição do que pessoas realmente profissionais da área.

Muitas vezes as falhas no conhecimento de instalaçãodos equipamentos de sonorização ambiente provocam danos aos mesmos. E estes danos por serem frequentes acabam responsabilizando o técnico em eletrônica que conserta estes equipamentos e não sobre a pessoa que instalou o som.

Neste artigo queremos falar dos principais conseitos e corrigir aqueles que geralmente são percebidos de forma incorreta por uma boa parte das pessoas.  

Comecemos então pelos componentes mais básicos de um sistema de sonorização ambiente:

As caixas e arandelas para som ambiente com impedâncias de 4Z ou 8Z

Observou o termo “Z”, deixamos apenas a letra Z, de propósito, para explicarmos que esta unidade de medida é o ohm.

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Ohm é uma unidade de resitência elétrica, porém esta mesma unidade pode representar outra grandeza, a impedância, que é algo diferente da resistência elétrica.

E esta medida por exemplo tem a função de definirmos como ligar por exemplo, caixas acústicas à saida de um amplificador e usando que outros componentes de suporte.

Um grande número de caxas acústicas não pode ser ligado diretamente a um amplificador, salvo em casos especiais. E o conceito de impedância (Z), será de grande importância.

Para exemplificarmos, vamos pensar em um amplificador que é feito para uma impedância mínima conectada de 4Z (ohm) em cada canal. Significa que ali só podem ser conectadas diretamente duas caixas de 8Z(ohm) de impedância em cada canal, pois impedância é inversamente proporcional ao número de alto-falantes ligados em paralelo.

Neste caso teremos 8Z / 2 (alto-falantes) = 4Z, que é a impedância mínima admitida por este amplificador do exemplo.

O fato é que em um sistema de som ambiente, normalmente não são poucas caixas.

As vezes são dezenas de caixas em cada canal do (dos) amplificador(es).

Sendo assim, em um sistema com 16 caixas de 8Z (ohms) por canal, teremos então se não houver transformadores para realizar o “casamento” de impedância, o resultado final de 8Z / 16 auto-falantes, que vai resultar em 0,5Z. Isso se traduz em distorção do som e a queima do amplificador.

Impedância (Z) não é o mesmo que resitência (R)

Vamos agora “desconfundir” os conceitos de impedância e resistência !

O primeiro motivo da confusão é que a unidade de medida é a mesma, ou seja, o ohm.

O segundo problema que gera a confusão é que principalmente quando falamos de autofalantes, muitos podem pegar um multímetro, posiciona-lo na escala de ohmímetro e apenas tocar as pontas de prova nos terminais do alto-falante medindo ali a resistência da bobina, que ficará em algo próximo a 6,8 ohm. Isso já gera confusão já que o valor numérico é próximo dos 8Z (ohm).

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Então esqueça. Impedância não pode ser medida com ohmimetro, pois não estamos falando de resistência. Aliás é por isso que impedância é representada por Z e resistência é representada por R.

A impedância varia de acordo com a frequência aplicada. Como o sinal de audio musical tem sempre frequência variável, então a impedância é sempre variável em torno de um máximo e um mínimo. A resistência no entando é constante.

Em um auto-falante de qualidade de 8ohm (Z), teremos uma resistência R em sua bobina de algo na ordem de 6,8 ohm. Quanto mais baixa for esta resistência R em relação à impedância Z, melhor será o alto-falante.

Uma informação importante é que um auto-falante, é um componente de baixo rendimento energético, logo a maior parte de seu “trabalho” é convertido em calor. Por isso um excesso de energia fornecida poderá queimá-lo e deixar marcas aparentes na bobina.

Tendo isso em mente, quando falamos que um alto-falante é de 50Wx8Z (ohm), estamos falando que se trata de um cálculo otimizado para um sinal de áudio de por exemplo 20V a 2,5 A (ampere) .

Ou seja, os Watts do alto-falante é a multiplicação de tensão nele multiplicada pela corrente submetida (20V x 2,5 A = 50W) e a impedância do alto-falante é a tensão dividida pela corrente (20/2,5 A = 8Z (ohm)).

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No caso de um amplificador, podemos seguir este exemplo:

Vamos imaginar um amplificador que cada canal tem uma especificação técnica de 100W a 8Z. O que significa 100W a 8Z ?

É a energia de saída de cada canal do amplificador, submetida a um sinal senoidal (alternado) e carga artificial de 8 ohm, com o mínimo de distorção de:

28,6V e 3,5 A. Assim, 28,6V x 3,5 A = 100W e  28,6V / 3,5 A = 8Z

A prática:

Vamos então passar para a parte prática.

A instalação de som ambiente em escritórios, shoppings, supermercados, aeroportos, rodoviárias, dentre muitos outros tipos de locais exige várias habilidades, porém a principal é a noção de como casar as impedâncias, que em outras palavras é ajustar a impedância de um conjunto de alto-falantes, a impedância mínima admitida por um dos canais do amplificador utilizado. Devemos então considerar o seguinte:

Comprimento da linha:

A intensidade dos alto-falantes tende a cair a medida que a distância física aumenta. Este é o primeiro problema a ser resolvido em uma instalação de sistema de som ambiente.

A figura a seguir ilustra isto:

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As perdas no fio podem causar uma distribuição desigual no som.

O volume no último alto-falante será bem reduzido.

Para solucionar este problema enviamos o sinal sob alta impedância com um transformador junto ao amplificador que transforma a baixa impedância de saida do mesmo em uma impedância bem mais alta e com o uso de transformadores de linha junto a cada alto-falante, recebemos este sinal e transformamos novamente para baixa impedância a um nível compatível com os alto-falantes utilizados. Isso fará que a resistência típica dos fios que são maiores proporcionalmente ao comprimento deles, serão irrelevantes em relação à impedância dos primários dos transformadores e com isso as perdas se tornarão insignificantes, fazendo com que a intensidade de sinal em cada alto-falante seja praticamente a mesma. A próxima ilustração mostra um exemplo do que falamos de forma esquemática. 

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Transmitindo os sinais em alta-impedância, as pedas são minimizadas

Uma boa dica é sempre desenhar o sistema para que o uso de transformadores seja com unidades que tenham um valor mais comercial, pois assim, não será necessário fabricar os próprios transformadores deixando muitas vezes o custo do projeto mais alto e claro, o tempo de execução também maior. Sem falar na evetual necessidade detroca de algum transformador no futuro.

Depois falaremos de ainda mais prática, por enquanto seguiremos com a parte conceitual.

A impedância

Para explicarmos melhor, vamos considerar que para este exemplo, temos um amplificador de 4Z(ohm) de impedância de saida em cada um de seus dois canais.

Assim, a primeira coisa que devemos observar que cada conjunto de alto-falantes não resulte em uma impedância menor que a admitida por cada canal do amplificador.

Isso é importante para o sistema não funcionar sobrecarregado e correr o risco até de queima. Por outro lado se a impedância resultante dos alto-falantes for maior que a impedância mínima admitida, o rendimento vai se tornando menor.

O ideal é que a impedância dos alto-falantes estejam casadas com a admitida pelo canal do amplificador, ou seja, igual, 4Z.

As figuras a seguir ilustram isso:

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                            c) Inaceitável

A impedância do sistema (conjunto de alto-falantes) deve ser maior ou igual que a da saída do amplificador

Existe uma quarta possibilidade de ligação, como no exemplo da figura a seguir, onde em um amplificador de saída de 8Z é conectado a quatro alto-falantes de 2Z ligados em série. A impedância do sistema esta casada, porém não é possível o ajuste individual de cada alto-falante se houver necessidade e claro, se um parar de funcionar, todo o sistema para. Esta ligação é chamada de em série.

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Possível mas incoveniente

Neste caso os transformadores terão a função de “casar” a impedância das saidas do amplificador com a impedância de entrada dos alto-falantes.

Na prática

Vimos então que há dois problemas básicos na montagem de sistemas de som ambiente:

  • a distância (distribuição uniforme do som);
  • as impedâncias entre o amplificador e os alto-falantes.

Existem portanto quatro sistemas diferentes de distribuição de som. Vamos falar deles agora:

1 – Linha direta de 8Z (ohm)

Na figura abaixo, podemos observar como os transformadores podem ser usados neste sistema que é recomendado para pequenas distâncias (entre 30 e 40 metros)

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Sistema com linha direta de 8Z com 4 a 7 pontos de sonorização

Se por exemplo tivermos cinco alto-falantes usaremos cinco transformadores em que o primário tenha 40Z e o secundário, conforme o alto-falante (8Z por exemplo).

Cada transformador possui uma impedância nominal, muito maior que a resistência que o cabo oferece, o que faz com que as perdas sejam mínimas.

Já os cinco transformadores ligados em paralelo oferecem uma impedância resultante de 8Z, exatamente a impedância da saída do amplificador, havendo então o casamento da impedância.

No entanto, se considerarmos que a impedância não precisa ser exata, neste sistema com estes transformadores específicos, podemos ter de 4 a 7 alto-falantes.

Neste mesmo exemplo, se usarmos transformadores de 80Z (ohm), poderemos então alimentar entre 8 e 12 alto-falantes, como mostra a figura a seguir:

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Sistema com linha direta de 8Z com 8 a 12 pontos de sonorização

Seguindo a lógica, com 120Z de primário nos transformadores, agora são de 13 a 17 alto falantes por linha, ou canal do amplificador.

b) A linha de 70 V

Já neste sistema temos a possibilidade de sonorizarmos a maior distância, neste caso se recomenda um máximo de 80 metros no máximo para cada linha. Creio que até uns 100 metros seja admissível, mas já haverá perda de desempenho.

Neste sistema é ligado na saída do canal do amplificador um transformador que faz a impedância de saída que é de 8Z por exemplo, subir para um valor que para efeito de cálculo corresponde a 70 volts.

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Depois basta em cada alto-falante ligar um transformador que recebe os “70V” e os converte novamente em 8Z.  É bom lembrar que deve-se escolher o tipo apropriado de transformador não permitindo que a potencia somada destes transformadores não superem a potência de saída disponível em cada canal do amplificador. Um detalhe muito legal é que neste sistema já poderemos ter até 75 pontos de sonorização, ou seja, é um número bem grande de alto-falantes instalados.

A seguir temos uma figura ilustrando isso.

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Sistema com linha de 70V

Não devemos esquecer que todo o sistema deve ser bem isolado, pois neste caso podem ocorrer choques elétricos.

Este tipo de sistema também permite a ligação de alto-falantes com potências diferentes, atendendo de forma diferenciada cada ambiente.

c) A linha de 200V, (já se usou muito o termo 210V).

Este sistema tem as mesmas características que o anterior bem como comportamento, sendo que os cuidados são os mesmos, com atenção especial ao isolamento, pois neste caso estamos falando da possibilidade de choques bem mais fortes.

Como a impedância do sistema é bem mais alta, podemos ter instalações muito mais longas chegando à ordem de centenas de metros de cabos.

A figura a seguir ilustra este sistema:

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Sistema com linha de 200V

d) A linha de 500V

Segue-se a mesma lógica que do sistema anterior, porém com transformador troco com saída de 500Z, o que irá permitir alcances realmente grandes. Os cuidados são os mesmos que nos dois sistemas anteriores.

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Sistema com linha de 500V

Uma informação importante que vale para todos os sistemas é a distribuição de potência que será feita de acordo com o número de pontos. Se temos um amplificador de 100W e dez pontos, teremos 10W em cada ponto, sendo assim, os transformadores devem ser capazes de resistirem a esta potencia como também os alto-falantes.

Uma possibilidade bem interessante na montagem de um sistema de sonorização é a inclusão de um ajuste individual em cada caixa com a instalação de um potenciômetro de fio, caso a caixa ou alto-falante não possua um ajuste pré-instalado. A figura a seguir mostra como isso é feito através de um esquema.

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Agregando controles individuais de volume nos pontos de sonorização

Finalizando

O bom planejamento de um sistema de som ambiente, vai permitir um audio envolvente e que traz conforto, ou o estímulo que se deseja para o ambiente. Bons profissionais sempre estão abertos a aprender mais.

Nós da Papo de Música podemos te ajudar a planejar seus sistema de audio ambiente, te ajudando a escolher e comprar os equipamentos certos, bem como indicando como você deverá instalar este sistema. Toda a consultoria é gratuíta, porém feita a distância. Além disso temos um sistema completo parate ajudar a comprar os melhores produtos pelo menor preço. Converse conosco. Nos chame pelo telefone, ou pelo whatsapp, clicando no ícone que aparece no canto esquerdo da sua tela. Também não deixe de ativar o sininho que esta no lado direito e também compartilhar este artigo em suas redes sociais. Esta interação nos ajuda a crescer a visibilidade de nosso site e permitirá que você seja informado sempre que postarmos novidades em nosso site. Siga também nossas redes sociais.

Estamos sempre a disposição.

Uma informação importante, os esquemas elétricos e parte do conhecimento foram obtidos de Nelton C. Braga, conhecido editor e professor da área de eletrônica no Brasil: http://www.newtoncbraga.com.br .

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Como escolher sua gaita

A gaita de boca

A gaita, também chamada de harmônica ou gaita de boca, é um instrumento de sopro onde temos uma “caixa” com palhetas dispostas lateralmente, podendo ter mais de uma palheta por seção, que ao vibrarem com o sopro ou aspiração do músico, produzem os sons (notas musicais e acordes).

É bom lembrar que tocar uma gaita é uma arte, isso significa que vai muito além soprar e aspirar. E por isso a escolha é mais complexa. Mas não quer dizer que é algo difícil.

Existe dois tipos de gaita: a diatônica e a cromática.

Gaita Diatônica

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Gaita Cromática

gaita cromatica

A gaita diatônica é afinada em apenas um tom como base. (C – Dó, D – Ré, E – Mí, etc.).

A gaita cromática é fabricada em apenas um tom (dó maior) e através de uma chave o músico consegue fazer as variações.

Geralmente os iniciantes começam pela gaita diatônica (em Dó na maioria das vezes) e depois passar para a cromática se assim desejar.

Como escolher uma gaita de boca

Na gaita diatônica, faltam alguns tons e são vários efeitos a serem aprendidos. Já as cromáticas é possível encontrar todas as notas e acidentes, bastando apenas acionar a chave lateral e executá-las.

Desta forma o correto é aprender primeiro tocar gaitas diatônicas e depois partir para a cromática. Se você fizer o contrário, para tocar a diatônica,, terá que literalmente reaprender a tocar gaita.

 Você já deve ter visto um gaitista, com um estojo com várias gaitas. Talvez você seja este músico que esta nos lendo.

O que acontece é que as gaitas já vem com sua escala pronta. Por exemplo, a gaita em dó maior vem com a seguinte escala (em notação germânica): C D E F G A B C. O modelo em sol maior vem com G A B C D E F# e G) e assim por diante.

A gaita em dó vem com sua escala (dó maior) já pronta (C D E F G A B C), a gaita em sol vem com a escala de sol maior (G A B C D E F# G) e por ai vai.

Então qual o modelo é ideal para começar ?

Definitivamente a em Dó maior, pois possui um som mais médio, pois os modelos em Ré, Mi e Fá são mais agudas e os modelos em Sí, Sol e Lá, são mais graves.

 Se você começa com a aguda, conseguirá fazer mais efeitos, mas ficará mais difícil usar as mais graves. Se ir para as mais graves, poderá forçar muito a respiração e acabar desanimando. Por isso também começar com a gaita em Dó.

Nosso país oferece acesso a gaitas nacionais e gaitas importadas. A maioria das marcas oferecem modelos simples, intermediários e sofisticados.

Procure escolher gaitas que possuem manual, e certificado de garantia, estas sempre são fabricadas com materiais mais resistentes, principalmente no que diz respeitos as pelhetas que são as partes que produzem som.

 Como exemplos mostramos a seguir alguns modelos de gaitas encontradas no Brasil.

Nacionais:

Hering

gaita hering

Bends

gaita bends

A Bends encerrou suas atividades a alguns anos, mas ainda é possível encontrar suas gaitas em algumas lojas. Naturalmente a garantia já correrá por conta da loja que ainda possuir delas em estoque.

Importadas

Os modelos importados são mais comuns, pois há entre eles marcas de menor custo como Dolphin. A mais famosa entre elas se chama Hohner, mas ainda podemos citar as marcas Suzuki, Lee Oskar e Spring.

gaita hohner
gaita suzuki
gaita lee oskar
gaita dolphin

As gaitas precisam ter uma boa vedação, para que não seja necessário forçar muito para tocar e correr o risco de estragar as palhetas.

Equipe Papo de Música.

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Microfones – Três Lendas entre os profissionais

Vamos lá … diga a verdade … quando você pensa em microfones profissionais, qual marca vêm a sua cabeça ?

Tenho uma certeza de 99,9% que você pensou em Shure ! E claro, provavelmente o primeiro modelo que veio a sua mente foi o SM58LC.

Um ou outro pode afirmar que a marca mais popular do mundo é outra, mas esqueça, em se tratando de microfones a Shure dominou o mundo. É realmente a marca mais popular do mundo. É como a Apple para os smartphones. A marca é tão popular que muitas vezes as pessoas usam o termo “o meu SM58”, ou “o meu Shure” ao invés de “o meu microfone”.

Mas o que faz esta marca ser tão amada pelos músicos e profissionais do audio ?

Simples —- Produtos feitos com alto nível de qualidade. Poderia ficar escrevendo linhas e linhas de motivos, mas tudo se resume em qualidade. E por qualidade, devemos entender também por atendimento bem feito ao cliente.

Mas vamos então às nossas celebridades :

1. Shure SM57

Microfone de Estúdio Dinâmico Shure SM57

Achou que ia começar por outro modelo ?! Mas sinceramente, não podia deixar de falar deste camarada antes, pois é considerado o MIcrofone mais versátil do Mundo.

Shure SM57 é um microfone essencial em palcos e estúdios e tenho certeza que você já deve ter visto um baterista usando este microfone em sua caixa favorita, ou um guitarrista usando em seu amplificador. Isso se você não for um destes caras.

Além disso, este microfone é como um tanque de guerra. Foi projetado para tomar baquetadas, apanhar, cair e mesmo assim aguentar firme e forte.

É o típico microfone que você encontra as vezes com 20 ou mais anos de fabricação e ainda assim sendo vendidos com valores as vezes mais alto que os mesmos novinhos em folha. Ou seja, até o processo de envelhecimento destes microfones, tende a torná-los melhores com o tempo para certas aplicação.

Então por este motivo e suas características técnicas é que você deve considerar ter o seu, ou por que não os seus em seu mix de microfones.

Clique ou toque na foto para ir direto para a loja Shure oficial, conhecer mais e comprar !

2. Shure SM58LC

Microfone de Estúdio Dinâmico Shure SM58

Esta entre os melhores microfones vocais do planeta.

Nenhum é mais popular que o Shure SM58LC. Visto praticamente em todo o mundo.

E ele também é muito bom para estúdios. A pergunta é…

Por que ESTE microfone é dito ser melhor para vocais que o SM57?

As teorias são conflitantes, dificilmente encontramos um acordo entre as opiniões, mas a verdade é que provavelmente a questão seja mais psicológica do que prática. Ambos os microfones têm a mesma cápsula e o corpo fabricado com o mesmo material. A diferênça é realmente no globo onde o diafragma no SM57 pode ser posicionado mais próximo da fonte sonora. Isso é interessante para a captação de outras fontes sonoras que não a voz do(a) profissional.

Mas fora isso não há diferença técnica.

O que importa é que este foi o modelo que mais agradou os vocalistas, tanto nesta versão tradicional, quando nos modelos sem fio.

Clicando ou tocando na foto você poderá ir ao site oficial da Shure no Brasil para conhecer mais e comprar.

Mas para vocais em estúdio, apesar de o SM58LC ser extremamente conhecido e querido, o título de melhor não é dele, mas sim do próximo microfone da lista …

3. Shure SM7B

Microfone Dinâmico Shure SM7B

Shure SM7B é projetado para uma coisa: Gravar vocais. Inclusive e em especial vocais de rock.

Nele podem ser combinados três recursos que o torna campeão:

  • Graves;
  • presença de médio e
  • um pop filter já integrado.

Este modelo foi projetado para captar a voz humana. É um microfone especializado e excelente nesta função. Na verdade podemos dizer que é “o microfone”.

O uso mais lendário deste microfone foi na gravação do álbum Thriller de Michael Jackson.

E claro clicando na foto dele você também vai para a loja da Shure e conhece mais sobre esta lenda, além é claro de poder comprar com condições para lá de especiais.

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Você sabe o que é frequência de batimento ?

Uma curiosidade rápida sobre sistemas de microfone sem fio.

Frequência de batimento, o que é isso e para que serve este conceito ?

Esta é uma condição que acontece, quando temos quatro ou mais sistemas de microfones sendo usados em um mesmo ambiente, pois teremos a possibilidade de termos uma frequência de batimento de um dos microfones, igual à frequência padrão de algum deles.

Bom, mas não se preocupe, vou explicar melhor.

Falando de ondas eletromagnéticas (ou outros tipos), batimento são variações periódicas que se originam da superposição de ondas de frequências diferentes.

Explicando um pouco mais, significa que o batimento gera frequências alteradas iguais a soma e a diferença das frequências já existentes.

Se tivermos três sistemas com frequências denominadas f1, f2 e f3, vamos ter o surgimento de três novas frequências baseadas nas seguintes relações: (f1 + f2 – f3), (f1+f3-f2) e (f2+f3 –f1). Estas três novas frequências são chamadas de batimento.

Desta maneira o quarto sistema em f4 que introduzirmos não poderá coincidir sua frequência com o resultado das três relações acima e nem com as frequências de f1, f2 e f3. Caso aconteça teremos problemas com interferência.

Hoje temos sistemas que conseguem escanear as frequências no ambiente e definir uma frequência livre para si. Mas quando não temos condição de ter sistemas com este recurso, o ideal é comprarmos sistemas de uma mesma marca e modelo, pois na grande maioria dos bons fabricantes, as frequências dos sistemas fixos já serão estrategicamente definidas para que interferências não aconteçam.

Vamos a um exemplo prático de como isso acontece:

F4 deve ser diferente de (f1 + f2 – f3), (f1+f3-f2) e (f2+f3 –f1)

Logo se f1 = 650,3 MHz; f2 = 650,5 MHz e f3 = 650,8 MHz

Teremos:

Batimento 1 = f1 + f2 – f3 = 650,3 + 650,5 – 650,8 = 650,0 MHz

Batimento 2 = f1 + f3 – f2 = 650,3 + 650,8 – 650,5 = 650,6 MHz

Batimento 3 = f2 + f3 – f1 = 650,5 + 650,8 – 650,3 = 651,0 MHz

f4 então deverá ser diferente de 650,0 MHz, 650,3 MHz, 650,6 MHz, 650,8 MHz e 651 MHz.

Se você já precisou usar mais de três sistemas sem fio e passou por problemas relacionados a interferência, agora já sabe porque provavelmente isto veio a contecer.

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Quer aprender a consertar e cuidar muito bem de seu violão, guitarra e outros ?

Sim, é sobre isto que vamos falar neste artigo. Como consertar e conservar seu instrumento de corda. Neste artigo vamos te apresentar um curso que te faz no mínimo economizar muito, pois te permite aprender de forma prática e rápida a dar manutenção em seus instrumentos, sem precisar levar a um profissional. O curso tudo isso e sem necessidade de você investir em ferramentas caras. Você vai aprender a fazer tudo, precisando apenas de ferramentas comuns que na grande maioria das vezes já dispomos delas em casa.

E o mais legal é que com este conhecimento, você pode inclusive gerar uma renda extra e porque não, se gostar do ramo, se aperfeiçoar e montar sua própria oficina.

Clique para saber mais sobre o curso.!

Veja a seguir o conteúdo do curso e como ele é completo:

Módulo 1 – Conhecimentos Gerais

  • Introdução a tensores
  • Pontes, cavaletes e tarraxas
  • Escolhendo o encordoamento
  • Processos de limpeza, lustre e polimento

Modulo 2 – Regulagem guitarra ponte trêmulo ou fixa

  • Limpeza de potenciômetros, chave e jack (conteúdo bônus)
  • Limpeza das tarraxas e ponte
  • Limpeza do corpo
  • Cordas
  • Colocação correta das cordas
  • Afinação e conferencia do tensor
  • Ajustando a ponte
  • Ajustando a caixa de molas
  • Medição da altura das cordas
  • Ajuste da pestana
  • Ajuste dos captadores
  • Finalização e avaliação

Módulo 3 – Nivelamento de Trastes

  • Avaliação dos trastes do instrumento
  • Conferindo os trastes com Fret Rocker
  • Desmontando o instrumento
  • Decidindo o método de retífica
  • Conferindo o braço
  • Lixas
  • Marcando os trastes
  • Rebatendo os trastes
  • Isolando a escala
  • Colocação da lixa no bloco
  • Apoiando o braço do instrumento
  • Lixando
  • Refazendo o acabamento
  • Refazendo o abaulamento dos trastes
  • Refazendo o abaulamento dos trastes 2
  • Limpeza e lubrificação da escala
  • Polindo os trastes

Módulo 4 – Regulagem de Floyd Rose

  • Ajustes dos pivôs
  • Limpeza da ponte
  • Montagem dos carrinhos
  • Facas do pivôs
  • Molas
  • Colocando o braço
  • Colocando as cordas
  • Colocando as cordas 2
  • Afinando
  • Ajuste de molas
  • Ajuste do tensor
  • Ajuste de altura de cordas
  • Oitavas
  • Considerações Finais

Mas quem é o seu professor ?

Henrique Utsch, é Luthier a 12 anos, formado em manutenção e fabricação na Escola de Luthieria B&H, e em fabricação de instrumentos acústicos com o renomado Luthier Vergílio Lima. É técnico autorizado da marca Yamaha, e possui formação técnica em Mecânica e Mecatrônica Industrial, e além disso participou de vários cursos nas áreas de Eletrônica, Pintura, Corel Draw, Desenho técnico, Buzz Feiten Tuning System. Ao longo dos anos adquiriu muita experiência, consertando e fabricando instrumentos musicais. Já são mais de 20 mil instrumentos reparados ao longo de 12 anos, de várias marcas e modelos, e mais de 50 instrumentos fabricados pelas suas mãos. O seu lema “A arte aliada a técnica”, explica bem o foco que tem como profissional, produzir e consertar instrumentos valorizando a beleza e os padrões artísticos, sem esquecer da funcionalidade e tocabilidade.

Clique para saber mais sobre o curso.!

Além deste curso, ele ministra presencialmente em sua oficina mais quatro cursos profissionalizantes, que vai lhe colocar no caminho certo para o sucesso nesta profissão, caso você venha a sentir que este trabalho também é para você .

Você já conhece o trabalho do Henrique, comente abaixo neste artigo !

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Porque ensinar música desde cedo para crianças ?

Existe um ditado muito conhecido que diz: “Quem canta seu males espanta.” . Realmente a música é como um ar condicionado ou uma brisa fresca em um dia quente para a alma. Mas podemos dizer que é muito mais que isso.

Podemos dizer que “quem canta” ( estuda música) realmente espanta seus males, mas não só seu males emocionais, suas preocupações, mas também as dificuldades em aprender, as dificuldades em se socializar, as dificuldades em analisar o mundo de forma crítica e saudável e até as habilidades de liderança.

Sendo assim, a música é algo que deve ser desenvolvido bem cedo. Inclusive já na primeira infância. E esta é uma informação que deve chegar a todos os pais.

Em um artigo na revista “Time”, a educação musical é citada como umas das dez formas para tornar uma criança mais esperta e inteligente. Detalhe: a música é a primeira da lista.

O aprendizado musical é um instrumento poderoso para desenvolver a capacidade de apredizado geral (não só de música) já na infância.

Creio que você já deva ter ouvido dizer que natação para criança é muito bom, pois é um exercício físico completo, já que desenvolve força, habilidade motoras, resistência física e respiratoria e até combate problemas respiratórios. Pois é, a música é como a natação, porém no plano intelectual.

A música estimula os dois lados do cérebro, já que trabalha a linguagem e o raciocínio matémático, estimula a emoção e a razão. A música também pode ser encarada como uma liguagem, e por isso, quanto mais cedo aprender, melhor será.

A alfabetização musical é como um idioma. O ideal é que se comece bem cedo, para que se torne algo natural.

Usamos o termo, musicalização precoce, mas podemos dizer que o correto é dizer: O ínicio da musicalização no tempo certo, que é a partir dos seis meses de idade, vai gerar muitos benefícios para a criança. Mas os principais nesta fase são os motores e de percepção corporal.

Quando uma criança manipula um instrumento musical (adequado para a idade), com o objetivo de produzir sons, os estímulos vão desenvolver a cordenação motora, sincronia de movimento com a voz ou outros sons e inclusive a forma que a criança usa seu corpo para manipular o instrumento.

Na primeira infância a música vai ensinar a criança estrutura, organização, relação entre causa e efeito, lógica e habilidade de solução de problemas.

ENSINAR MÚSICA AJUDA NA SOCIALIZAÇÃO INFANTIL

No currículo escolar a música para as crianças vai também ajudar na socialização e no aprendizado para uma vida em comunidade. Os exercícios de criação e produção musical em equipe, ajuda a criança a aprender a trabalhar com colaboração de outros colegas e também a fazer sua parte no seu grupo.

A criança aprende que seus atos beneficiam a sim mesma e aos seus colegas, como também os atos deles representam benefícios para si.

A música também produz experimentação e a expressão de sentimentos, o que leva a gerar mais segurança para a criança.

O aprendizado musical desde bem cedo para crianças faz com que elas tenham um senso melhor de identidade tanto fisica quanto emocionalmente, além de gerar bem estar. Naturalmente estes benefícios serão conseguidos inicialmente através dos corretos estimulos por parte dos pais, para que a criança escolha sempre participar de atividades musicais, como aulas.

Um outro estudo feito na Universidade Northwestern, mostra como a música pode “mudar” o cérebro de uma pessoa. A reportagem da revista Time (em inglês) relata isso.

No estudo apresentado na Time, os pesquisadores descobriram, que desde que haja atenção, vontade e comprometimento da criança, ou dos pais, quando a criança é muito pequena, após dois anos de estudo assiduos, a criança tem melhora significativa no processo de fala e da leitura em comparação com crianças que tem menos envolvimento com música.

Somente a audição de músicas não produziu mudanças biológicas nas crianças. Isso significa que a exposição musical deve ser ativa (tocar um instrumento, produzir música, etc) e não passiva, ou seja, apenas ouvir.

Mas por onde começar ? Se pesquisarmos, vamos encontrar uma ampla oferta de livros, aplicativos, aulas presenciais e on-line de musicalização infantil. O ideal é que os pais oferençam um conjunto de opções para as crianças, pois assim, gera mais dinamismo no aprendizado.

Neste artigo apresentamos duas opções muito interessantes de ótimo resultado e custo adequado.

O primeiro é o e-book, “Vem brincar” que consiste em vinte atividades de musicalização ativa, preparado para crianças a partir de 6 anos que pode ser usado por pais que tocam algum instrumento e claro por professores de música que tem interesse em começar a dar aulas para crianças ou se já trabalha como ensino para crianças, aprimorar ainda mais suas aulas. Clique aqui, ou na imagem abaixo e siga para a página do e-book. O custo benefício é fantástico.

O segundo e-book, “Jogos musicais para professores de música” é um material de apoio para gerar o desenvolvimento musical de crianças a partir de 8 anos de idade. Mais adequado para professorres de música, já que é um material que depende de um grupo de crianças para ser aplicado, porém pais podem utilizar se for para aplicar com pelo menos quatro crianças. O objetivo maior é através de jogos, promover o aumento da percepção musical das crianças, abrindo caminho para um aprendizado musical muito mais fácil ao longo de todo desenvolvimento da criança. Clicando aqui ou na imagem abaixo, você vai para a página de apresentação e venda do e-book .

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Equipe Papo de Música.

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Tocar sua primeira música em 10 dias – curso de violão

Para muitas pessoas aprender a tocar um instrumento musical é um sonho. A preferência nacional é o violão. Esta vontade de aprender música e tocar um instrumento cria um mercado muito rentável para milhares de professores(as) no Brasil, mas também gera resultados muito positivos, pois um número muito maior de pessoas entram no mundo da música através do ótimo trabalho destes milhares de profissionais.

Neste artigo vamos mostrar o trabalho de um destes ótimos profissionais, tanto para incentivar a você músico a pensar em fazer parte deste enorme contigente de profissionais, mas também para você que busca aprender música, aprender a tocar um instrumento musical.

Apresentamos Dante Dantas, músico profissional, membro da dupla sertaneja Felipe e Dante, empresário e professor que criou O Método Inverso de Aprendizagem.

Este método basicamente aproveita a mesma lógica do aprendizado da linguagem, onde primeiro a prática, depois a teoria. O que favorece também a persistência do aluno nos estudos já que os resultados práticos aparecem muito mais rápido.

Tão mais rápido, que o professor faz um desafio aos alunos de que serão capazes de tocar a primeira música nos primeiros dez dias de curso.

Uma outra vantegem de cursos on-line é o custo, sempre mais em conta pois permite ao professor caprichar na elaboração das aulas e ao mesmo tempo dar atenção a um número muito maior de alunos.

Clique aqui ou na imagem abaixo, conheça este método inovador e para você que deseja aprender a tocar violão, por que já não se torna aluno ? Creio que depois de você conhecer, vai ser difícil não se matricular. As aulas são todas on-line e acessíveis no momento e pelo tempo que você desejar.

Equipe Papo de Música.

Woman Recording Guitars in Her Home Sound Studio

Música – Vale a pena estudar on-line ? Como funciona ?

Vamos dar uma avaliada super rápida em como as pessoas buscam aprender algo.

Antigamente, e olha que não estou falando de tão antigamente assim, cursos a distância só existinham por correspondência e muitas vezes não eram bem vistos quanto os cursos presenciais. Além disso a oferta de cursos a distância era bem mais limitada.

Hoje na internet é possível aprender praticamente de tudo. Os recursos multimídia muito mais avançados, permite que alunos e professores tenham uma interação, tamanha que em muitos casos os cursos on-line são muito mais eficientes.

Além disso os cursos on-line, permitem que o professor/produtor, foque em gravar as aulas, integrar os recursos multimídia e dar atenção aos alunos com dúvidas, o que faz com que o atendimento pode ser feito a milhares de alunos sem perda de qualidade no ensino.

Hoje temos milhares de cursos de graduação e pós-graduação feitos totalmente on-line e com ótimas classificações segundo o Ministério da Educação.

O crescimento se deu também entre os curso chamados de abertos. Que são aqueles cursos que não necessitam de registro e aprovação pelo Ministério da Educação. Neste grupo encontramos os cursos voltados para música, como o ensino de teoria músical, canto, violão, guitarra, cavaco, bateria, cajon, saxofone, “etc, etc e um monte de etcs”.

A verdade que as novas tecnologias vieram para aumentar a eficiência de todos nós e não necessariamente para fazer com que tivéssemos mais tempo livre (isso pensando no que acontece na média). Por conta disso e também o fato de principalmente nos grandes centros termos uma aglomeração maior de pessoas do que antes a poucas décadas atrás, o deslocamento também se tornou algo penoso.

Por causa disso, tudo que se pode fazer remotamente é bem vindo.

Temos então ai a “fórmula perfeita” para o ensino on-line prosperar.

É muito mais interessante para as pessoas hoje investirem em sua educação, em seu preparo, através de métodos on-line.

Vamos falar um pouco mais sobre isso.

A oferta de cursos online de música hoje é muito grande. Pode-se aprender de tudo. Uma pessoa apenas com um computador e o instrumento que deseja, pode aprender tocar e o mais legal, pode também adquirir conhecimentos avançados que normalmente só se conseguia estando em uma instituição educacional, como uma universidade.

Acho que já deu para perceber qual é nossa opinião sobre se vale a pena estudar on-line.

E como vale a pena estudar on-line. Não estamos querendo dizer que você não deve mais pensar em ingressar em uma faculdade de música por exemplo. As duas coisas se complementam.

Mas o mais legal disso tudo é que para aqueles que não estão buscando uma carreira musical, mas apenas a aprender cantar ou tocar um instrumento, os recursos que esta pessoa também terá nas mãos serão mais democráticos, Pois a qualidade dos cursos abertos se elevaram muito nos últimos anos.

Nos mesmo representamos ótimos cursos relacionados a música. E em todos estes cursos há uma coleção de elogios dada por diversos alunos.

Uma outra questão sobre cursos on-line, é que eles não são caros, pois como o professor pode ter um ganho de escala, já que tem condição de atender a um número muito maior de alunos, pode então cobrar um valor mais baixo. Os curso variam desde métodos práticos em PDF por R$14,99 , até a faixa de R$1300,00 .

É possível aprender a tocar um instrumento musical ou cantar pela internet?

Claro que é possível.

Da mesma forma que acontece com cursos presenciais, é necessário que o curso escolhido tenha uma boa didática e seja organizado. Além disso é importante que o professor/produtor domine bem as tecnologias de produção, pois precisará gerar videos, infográficos, videos junto com outras imagens, além de outros materiais disponibilizados para download para apoiar o aprendizado dos alunos.

Outro ponto importante é que haja sempre um canal de contato direto dos alunos com o professor para sanar dúvidas, da mesma forma como acontece em um curso presencial.

Os cursos que oferecemos possuem todas estas características e foram produzidos por professores extremamente experientes.

Vamos fazer um release de cada um deles ao longo dos próximos dias. Porém você não precisa esperar isto. Basta clicar aqui que você vai ser direcionado para a nossa área de cursos.

Curso presencial X Curso online

Cada formato de curso tem suas vantagens e desvantagens.

O curso presencial, considerando apenas os que possuem aulas particulares e não em grupo, as vantagens são a velocidade e facilidade para se tirar dúvidas, além da personalização das aulas que não acontecem tão bem com os cursos on-line. A experiência de contato presencial com um(a) bom (boa) professor(a) é a situação ideal e que também não tem como ser reproduzida em um curso on-line.

No entanto nas aulas presenciais particulares, você precisa disponibilizar um horário fixo, fora os custos com dinheiro e tempo para a locomoção até o local das aulas.

O preço é outro problema, pois será bem mais alto que um curso on-line, pois, para ser eficaz, um curso adequado precisa oferecer mais do que uma aula por semana, além do fato de ser muito mais extenso, devido a normalmente não haver possibilidade de acelerar o rítmo quando você estiver sentindo que pode, através de mais tempo além do programado.

No caso do curso online, o fato contrário é a impossibilidade de personalização das aulas e o contato imediato com o(a) professor (a).

As vantagens são, muitas, mas podemos destacar:

  1. Você pode ter acesso ao método de ensino dos(as) melhores professores(as) do país e do mundo.;
  2. Aulas on-line, permitem que você às acesse no horário desejado e pelo tempo desejado. Além de poder repetir as aulas quantas vezes quizer.
  3. O custo é sempre bem mais baixo que o equivalente presencial;
  4. Além das aulas em video, os cursos geralmente já possuem materiais complementares como apostilas em PDF, MP3 para download e outros bônus.
  5. Suporte para você aluno esta presente em um bom curso on-line com o(a) professor (a).

Como escolher o curso online ideal?

Vou mostrar para você alguns pontos fundamentais que devem ser observados, quando estiver escolhendo um curso on-line:

  1. Observar na descrição se ele atende ao seu nível musical – Escolha um curso que esteja encaixado com seu nível atual de conhecimento.
  2. Confira sobre o que é ensinado no curso, para ter certeza que que os assuntos são o que você precisa. – Esse é um ponto importante na escolha, porém se você é um iniciante, provavelmente terá dificuldade de identificar se os assuntos são os que você precisa, ou não. Assim, o mais adequado é observar o que outros alunos falam do curso.
  3. Saiba quem é a professor(a). – Procure ser prático, observe se o(a) professor(a) tem uma boa didática. Para isso pesquise seus trabalho no youtube por exemplo. Muitas páginas de venda de curso já mostram prévias das aulas, ou videos gratuitos do professor(a).
  4. Procure assistir videos e ler depoimentos escritos sobre o curso feito por outros alunos. – As páginas de venda geralmente apresentam estes depoimentos. Avalie se são depoimentos sinceros.
  5. Avalie como é o suporte para os alunos. – A maioria dos cursos, possui canais de contato para que os alunos tire dúvidas e tratem de outros assuntos com o(a) professor(a). Além disso avalie também os canais extras como grupos vips em facebook, grupos de what´s app e Telegram, dentre outros.
  6. Termos de garantia do curso (prazo e condições de devolução). Todos os bons cursos, sem exceção, dão garantia incondicional de no mínimo 7 dias, chegando em alguns casos a 30 dias. A compra nestes casos então são sem risco algum.

Como é a experiência de ser um aluno on-line ?

O formato de entrega dos cursos geralmente seguem o seguinte padrão:

Após a identificação do pagamento, você recebe um e-mail com um link para acessar a área de membros e outras instruções. Quando a compra é feita com cartão de crédito o envio é geralmente imediato, mas não se assuste se o processamento levar alguns minutos. Isto pode acontecer em alguns casos. Via boleto, pode levar até dois dias úteis.

A área de membros do curso ou da plataforma que ele esta hospedado é onde você assitirá as aulas. As aulas são geralmente em videos de alta definição e você pode assistir quantas vezes quiser e nos horários que desejar. Normalmente são preparadas para serem reproduzidas em computador, tablet ou celular.

Além das aulas gravadas em vídeo, cada curso disponibiliza diversos outros recursos didáticos como apostilas em PDF e MP3 para download, aulas extras transmitidas eventualmente ao vivo, softwares de apoio ao estudo, grupos de estudo com o professor e os alunos no Facebook, entre outros.

As facilidades do sistema trazem grande conforto para se aprender e estimula muito ao estudo.

É também importante seguir o programa proposto no curso, não atropelar etapas e não tentar aprender tudo de uma vez, simplesmente passando rapidamente pelas aulas.

QUAL O PREÇO MÉDIO DOS CURSOS ON-LINE ?

Aqui vamos falar pouco sobre isto, pois como já falamos mais acima. O custo sempre é menor que os cursos presenciais de mesmo nível de qualidade.

Normalmente custam entre R$200,00 e R$600,00, ou pode chegar até próximo de R$1300, 00 mas quando isso acontece, o volume de aulas é muito grande e vale muito a pena pelo conteúdo que entrega.

Temos na área de cursos, ótimos exemplos de programas de ensino. Clicando aqui você conhece cada um destes cursos. Você será direcionado para nossa loja virtual.Os preços de um curso completo variam entre por volta de R$ 200 até por volta de R$ 600, estando a média na faixa entre R$ 300 e R$ 400.

Sempre há a possibilidade de parcelamento no cartão de crédito (normalmente com juros, porém bem mais baixos que o mercado normal), e você pode pagar também com boleto bancário se preferir.

São três as plataformas de pagamento mais usadas pelos cursos de música online: a Hotmart, a Eduzz e a Monetizze.

Todas elas são totalmente seguras e confiáveis. Você pode realizar seu pagamento online sem risco algum em relação aos seus dados pessoais.

Curso Online tem certificado ?

Sim, cursos on-line possuem certificados na maioria dos casos. O certificado é fornecido após a conclusão das aulas.

Se o certificado será entregue pelos correios ou entregue digitalmente, dependerá do curso. De qualquer forma a representatividade é a mesma.

Conclusão

Se nada acontecer de muito diferente no mundo, cursos on-line serão cada vez mais comuns. Breve podemos dizer que a mairia dos cursos serão on-line. Esta é uma mudança que provavelmente não tem volta.

Se você mora longe dos grandes centros, também poderá se beneficiar muito com os cursos on-line.

Além disso, a economia é escancarada.

Estudar on-line é muito prático, econômico.

Se não viu ainda, não deixe de passar na nossa loja de cursos, clicando aqui e conhecer os cursos que representamos. Eu tenho certeza que se você quer aprender um instrumento, com certeza você vai se matricular em um deles.

Robson Oliveira. Equipe Papo de Música.

red electric guitar

Aprender a tocar guitarra – Tudo que você precisa saber antes de começar.

Aprender a tocar Guitar tora – Tudo que você precisa saber antes de comerçar.

Muitas pessoas já pensaram em algum momento aprender a tocar guitarra. Com certeza este também é o seu caso. Mas … sempre o “mas” … mas a maioria das pessoas vão deixando para depois este sonho, principalmente por falta de informações e muitos também por falta de tempo. 

Guitarra é um instrumento emblemático. Praticamente todos nós já tivemos contato com ele, mesmo que apenas como ouvintes, já que muitas das músicas que gostamos tem em seu arranjo a guitarra como base.

Aliás, a falta de informação, faz a pessoa também achar que não tem tempo para o aprendizado.

Bom, se você chegou até este artigo, é porque esta procurando saber como aprender a tocar, mas também significa que precisa organizar estas informações para entender por onde começar.

Neste artigo, vou buscar te responder todas as suas dúvidas que passam por sua mente. Você vai saber tudo que precisa para começar a aprender e depois se desenvolver.

E claro, durante todo o artigo, vou te sugerir o curso que consideramos o mais completo, didático e com melhor relação custo/benefício, para você se tornar um ótimo guitarrista, seja como um hobby, seja como um profissional.

Então vamos lá:

QUAL O SEU MOTIVO PARA QUERER APRENDER A TOCAR GUITARRA ?

É MUITO IMPORTANTE você definir porque deseja tocar guitarra . 

Isto vai gerar o senso de objetivo. 

Em toda jornada devemos saber qual é o nosso destino final. Se você não sabe, não há sentido em “caminhar”.

Para aprender a TOCAR GUITARRA, é a mesma coisa. Então vamos a “primeira atividade”:

Falando em “bom mineires” tocar guitarra é “bão demais da conta sô” !

Mas o motivo para querer tocar varia muito de pessoa para pessoa.

Você pode querer aprender apenas como um hobby, ou pode estar objetivando se tornar um profissional e quem sabe um superstar. 

Talvez seu objetivo é conquistar o coração daquela garota ou rapaz. 

Mas também pode querer aprender para reduzir o estresse do dia a dia. 

Os motivos podem ser os mais variados possíveis. 

Mas algo é muito importante! Você precisa ter em mente porque deseja aprender a tocar guitarra.

É ter isto em mente que vai lhe dar mais da metade da motivação para seguir em frente no aprendizado.

Mesmo que você queira aprender GUITARRA e ache que não tem um motivo específico, acredite, você vai conseguir identificar um bom motivo.

Preciso ter o Dom para tocar Guitarra … Será mesmo ?

Dom é algo que a pessoa já nasce, e geralmente estamos falando de habilidades primárias, como artes (música, pintura, escrita), esportes, matemática, etc. 

Estes dons fazem com que aprendamos muito mais rápido certas atividades. 

Porém isto não quer dizer que só vamos aprender aquelas atividades para o qual temos um dom relacionado a elas.

É ai que entra o talento. Algo que podemos construir.

O seu talento é proporcional a sua dedicação e claro, dependendo de seu objetivo com certa atividade, sua dedicação poderá ser maior ou menor, em comparação a outras áreas de sua vida.  

Se o seu objetivo é por hobby, você poderá ir se dedicando aos estudos de forma mais leve, sem tanto tempo diário. 

Se deseja tornar um profissional, ai se prepare, porque serão horas de muita dedicação diária. 

Em resumo, APRENDER GUITARRA é para todos !

Quanto tempo levo para aprender GUITARRA ?

Tempo de dedicação, esta diretamente proporcional ao seu rítmo de aprendizado.

Quanto mais “energia”, mais resultado.

Só que se você tem apenas uma hora por dia ou até menos, não se preocupe. Este é o seu ritmo. 

O importante é se dedicar com consistência. Se você tem meia hora, que seja meia hora com frequência (diariamente, de dois em dois dias, etc).

É por isso que o curso guitarra intensiva tem além de um ótimo custo, é vitalício. Você comprou é seu para sempre. E detalhe …atualizando com frequência.

Você não tem o estresse de pensar que o prazo para uso do curso estar acabando. É seu, é vitalício. 

Mas falando de forma mais objetiva, em média uma pessoa leva uns 15 a 20 dias para tocar a primeira música; e uns dois anos para atingir o nível avançado. 

Mas perceba que estou dizendo, tempo médio. Aliás é por isso que o curso foi produzido para ser vitalício, pois cada pessoa tem o seu rítmo de aprendizado.

O Custo para aprender é acessível ?

Em geral aprender tocar guitarra é bem acessível. 

Vamos começar falando do material inicial necessário:

Primeiro o óbvio … Você vai precisar de uma guitarra. A guitarra precisa estar alinhada com seu gosto e seu poder de compra atual.

Em geral, os modelos mais adequados para iniciar, terão o formato (shape) strato. Que é um design imortalizado pela Fender em seus modelos Stratocasters e replicado por centenas de fabricantes mundo a fora.

Abaixo deixo uma sugestão de uma ótima guitarra para você adquirir (caso não tenha uma) e dar início a seus estudos. 

O ótimo deste modelo é que se trata de um produto de ótimo custo e ótimo desempenho para o aprendiz.

Além disso, se trata de um kit com amplificador, afinador, cabo, palheta, capa e correia.

Além da quitarra é importante ter um cabo do tipo P10, também chamado de TRS em alguns lugares, algumas palhetas, além de um amplificador específico para guitarras, afinador e claro um metrônomo. Estes dois últimos itens podem ser na forma de aplicativos para seu smartphone. Mas como disse o kit sugerido acima já contempla todos Estes itens, menos o metrônomo, que na minha opinião pode ser baixado para seu smartphone.

Um suporte de parede e uma correia também são dois itens importantes, pois instrumentos de corda devem ser guardados de forma adequada e a correia vai lhe permitir tocar em pé.

Além deste material básico, a medida que você vai evoluindo, vai surgindo necessidade de outros itens, como pedais de efeitos, pedaleiras, slides, amplificadores mais sofisticados, outros modelos de guitarra. Mas tudo dentro dos seus objetivos com o aprendizado.

Será sua evolução que irá te mostrar em que mais investir.

Para o aprendizado:

Recomendo fortemente o curso Guitarra Intensiva devido a vários fatores que falaremos depois, porém não é por isso que deixaremos de falar e falar bem da modalidade mais em conta de todas … a grátis.  

GRÁTIS

Sim, você pode aprender GUITARRA “de grátis”, o erro de português foi de propósito. 

E sim, também funciona. Lembra que falamos que cada pessoa tem seu ritmo ?

Para aprender sem investir em um curso, você vai precisar de muita disciplina e paciência. Será você que irá pesquisar os assuntos necessários ao seu aprendizado. 

Esta pesquisa precisa ser de forma lógica, onde você irá buscar os assuntos mais relevantes e na ordem adequada para te possibilitar aprender. É um trabalho de garimpar e organizar as informações. 

Nem todo mundo consegue aprender desta forma, não por falta de capacidade, mas porque muitas vezes a pessoa não tem tempo disponível extra para a busca e organização das informações para depois o consumo, ou seja, o estudo.

Mas com certeza para aqueles que têm condição de dispor de tempo para aprender desta forma, terão ótimos resultados.  

Curso online

Este é o melhor caminho para você que quer flexibilidade de tempo, conveniência de estudar no local que desejar, tranquilidade para assistir aulas de determinado assunto quantas vezes desejar e nada de pressão sobre o tempo para concluir o curso. 

Além disso todo o material esta organizado, inclusive com conteúdos extras para apoiar o material básico. Sem falar na possibilidade de ter o apoio do ou dos professores para responder a dúvidas a distância.

A economia em custo de deslocamento, em tempo e em dinheiro é grande se compararmos com modalidades tradicionais de aprendizado em escolas ou aulas particulares.

O custo do curso em si, também é mais baixo que nas formas presenciais. 

O Guitarra Intensiva 2.0, que você pode conhecer mais e se matricular clicando no anúncio a seguir, tem todos os atributos que um ótimo curso deve ter:

  • Economia em tempo e dinheiro; 
  • desenvolvimento prático e teórico do(a) aluno(a); 
  • suporte de verdade direto com o professor; 
  • 52 horas de aulas passo a passo; 
  • didática de um professor com ampla formação; 
  • apostila completa de 450 páginas; 
  • liberdade e autonomia para seus estudos; 
  • vídeos em full HD captado por duas câmeras e com tablatura; 
  • mais de 7000 alunos que já validam o método; vários bônus extras. 

O curso on-line mais completo do Brasil com acesso vitalício. 

Você investe e ele é seu para sempre, nada de ter que pagar taxas extras para revalidar acesso. 

Professores e escolas particulares

A forma mais tradicional para estudar é com professores ou em escolas de música.

Também é a forma de maior custo, pois além das mensalidades, você precisa levar em consideração o custo de deslocamento e o fator tempo, visto que uma aula de uma hora, na verdade tomará mais do que uma hora.

Isso não quer dizer que seja uma forma ruim de aprender, aliás é uma forma ótima ! Principalmente se você precisa do contato humano direto e não apenas virtual e/ou à distância.

É como em uma academia, ter um(a) personal trainer se as aulas forem individuais. Mas mesmo não sendo, ainda assim, para quem precisa de contato presencial com o(a) professor(a), é uma ótima pedida. 

A parte incômoda é que você fica também preso a um horário, já que necessita do contato presencial.

O tempo necessário para atingir o nível avançado nesta modalidade é também equivalente ao método on-line, pois depende realmente de sua dedicação aos estudos. 

Guitarra ou primeiro aprender violão ?

Vou ser direto. Uma coisa não tem nada haver com a outra. Mesmo que a forma de tocar seja extremamente semelhante. Você pode e deve, começar a aprender pela guitarra. Você quer aprender guitarra, então não faz sentido começar pelo violão. São instrumentos diferentes. 

Quer também aprender violão, então paralelamente faça também um curso de violão.

Lógico que se você só tem um violão no momento e não pode adquirir a guitarra, junto com o amplificador e o cabo, então comece os estudos com o violão, já que no início ambos os instrumentos tem enormes semelhanças. 

Benefícios extras

Por fim, é bom ter em mente os benefícios extras que aprender guitarra também lhe trarão.

  • Sua memória ficará mais desenvolvida, pois não só tocar guitarra, mas o estudo em geral proporciona isto aos alunos e profissionais. Aprender música exige que sua memória se desenvolva naturalmente. 
  • Sua musculatura das mãos e braços vão se desenvolver, sua percepção corporal irá melhorar e por consequência suas habilidades psicomotoras também.
  • Sua percepção musical vai crescer muito, sua audição irá se desenvolver e você aprenderá a reconhecer detalhes nas músicas que nunca percebeu. O enriquecimento intelectual será muito grande. 

Fora muitos outros benefícios que se formos ficar enumerando, teremos dezenas de páginas a escrever.

E então, como esta seu estímulo para começar a estudar ? O que esta esperando ? De qual forma você considera que será melhor para crescer na GUITARRA ?